MOVIMENTO MUNDIAL PELA INSTAURAÇÃO DE UM TRIBUNAL PENAL INTERNACIONAL PARA IDENTIFICAR, JULGAR E PUNIR O MAIOR CRIME DE TODOS OS TEMPOS: O ASSASSINATO DE JESUS CRISTO!
A GRANDE PERGUNTA É:
QUEM MATOU JESUS CRISTO?
O GRANDE DESAFIO:
IDENTIFICAR O RESPONSÁVEL OU OS RESPONSÁVEIS PELA PRISÃO, JULGAMENTO, CONDENAÇÃO E ASSASSINATO SUMÁRIO DE JESUS COM REQUINTES DE CRUELDADE, VIOLENCIA, PERSEGUIÇÃO RELIGIOSA E VIOLAÇÃO DOS DIREITOS HUMANOS!
1) – Quem eram os líderes judeus que mandaram os romanos prenderem Jesus?
Os chefes dos sacerdotes e os escribas, com freqüência acompanhados dos anciãos, formam uma tríade sempre ao encalço de Jesus. Mas, afinal, quem eram essas figuras históricas?
O sumo sacerdote, no período da ocupação romana, era nomeado pelo governador, que o escolhia entre as famílias judias dominantes. Caifás, então, era o Sumo Sacerdote, genro de Anás, cuja influência aparentemente ainda se fazia sentir. Os “chefes dos sacerdotes”, eram provavelmente antigos sumos sacerdotes, ao lado de preeminentes membros de famílias entre as quais sumos sacerdotes recentes haviam sido recrutados, e algumas pessoas a quem tinham sido confiadas especiais missões sacerdotais. Os “anciãos” seriam patriarcas das famílias mais ricas e distintas, e os escribas, pessoas que se destacavam pela “inteligência e cultura”, entre as quais se encontrariam os “fariseus”. A grosso modo, esses três grupos constituiriam o Sinédrio, que no total contava 71 membros.” (Vide Revista Veja – 04/95).
- Caifás ou José Caifás era sumo sacerdote durante o ministério terrestre de Jesus – (Lucas 3:2). Era genro do sumo sacerdote Anás, seu antecessor – (João 18:13). Caifás era saduceu – (Atos 5:17).
Caifás era líder de um complô para eliminar Jesus. Profetizou que Jesus morreria em breve pela nação, e empenhou-se de todo o coração neste sentido – (João 11:49-53: 18:12-14). No julgamento de Jesus perante o Sinédrio, Caifás rasgou a roupa e disse: “Ele blasfemou!” – (Mateus 26:65), referindo-se ao fato de Jesus reivindicar a dignidade divina. Quando Jesus estava perante Pilatos, Caifás estava sem dúvida presente, clamando: “Para a estaca com ele! Para a estaca com ele!- (João 19:6, 11); ele foi um dos que pediram que Barrabás fosse liberto, ao invés de Jesus – (Mateus 27:20, 21; Mr 15:11); estava ali, bradando: “Não temos rei senão César” – (João 19:15); também estava protestando contra o letreiro afixado sobre a cabeça de Jesus: “O Rei dos Judeus” – (João 19:21).
- Anás foi designado sumo sacerdote por volta de 6 ou 7 EC por Quirino, governador romano da Síria até cerca de 15 EC – (Lucas 2:2). Anás era, por conseguinte, sumo sacerdote quando Jesus, aos 12 anos deixou admirados os instrutores rabínicos no templo – (Lucas 2:42-49). Quando Jesus foi preso, ele foi primeiro levado a Anás, para interrogatório, e então levado a Caifás, para julgamento – (João 18:13). O nome de Anás encabeça a lista dos principais oponentes dos apóstolos de Jesus Cristo – (Atos 4:6).
Anás era um homem rico, e uma de suas principais fontes de renda era a venda de sacrifícios no templo. Por este fato, tinha razões para matar Jesus, que por duas vezes purificou o templo, que eles tinham transformado num “covil de salteadores”- (João 2:13-16; Mateus 21:12, 13; Marcos 11:15-17 e Lucas 19:45, 46). Um motivo adicional para o ódio que Anás tinha a Jesus e seus apóstolos, era o ensino sobre a ressurreição, cuja prova era a ressurreição de Lázaro, porque sendo Anás saduceu ele não cria na ressurreição.
- Pilatos ou Poncio Pilatos, como um líder romano, era também responsável pela segurança do império. Ocorriam constantes rebeliões, que desgastavam a tropa. Roma, representada por Pôncio Pilatos, na região da Judéia, governava em conluio com as elites locais. Assim, tanto os sacerdotes (liderados por Caifás, o supremo sacerdote) quanto Herodes (judeu), governante distrital da Galiléia (designado pelo senado romano) podiam coletar impostos para si, desde que mantivessem o povo satisfeito com os romanos e dessem ao César parte da arrecadação.
A condenação de Jesus foi uma farsa perpetrada com o objetivo de acobertar os atos imorais que vinham sendo praticados pela elite judaica (sacerdotes liderados por Anás, Caifás, escribas e anciãos) mancomunados com autoridades romanas, dentre as quais destacamos Pilatos e Herodes (que era judeu).
2) – Por que Jesus foi condenado?
Jesus foi submetido a dois julgamentos: judeu e romano. O julgamento judeu teria sido uma investigação preliminar, não um julgamento. Outros afirmam que coube aos romanos apenas executar uma sentença judia. Segundo diálogo que João presenciou entre Pilatos (que não encontrava razões legais ou morais para condenar Jesus) e as autoridades judaicas, Pilatos diz: “Tomai-o vós mesmos e o julgai conforme a vossa lei”. Os judeus responderam: “Não nos é permitido condenar ninguém à morte.” Percebe-se através desse diálogo que a intenção das autoridades judaicas era matar Jesus e não simplesmente puni-lo. Surgiu, então, um problema de competência entre a justiça romana e a judaica. Pilatos diante do impasse, entregou Jesus aos soldados para que o castigassem e, em seguida, Jesus foi levado para ser crucificado.
A Corte Internacional de Justiça
A Corte Internacional de Justiça, com sede em Haia (Holanda), é o principal órgão judiciário das Nações Unidas, obedecendo seu funcionamento ao que estipula seu Estatuto, que é parte integrante da Carta da ONU. Todos os membros das Nações Unidas são, ipso facto, parte do Estatuto. Estados não-membros das Nações Unidas podem tornar-se partes do Estatuto, obedecendo às condições estipuladas para cada caso pela Assembléia Geral, à recomendação do Conselho de Segurança.
O Tribunal Penal Internacional (TPI) ou Corte Penal Internacional (CPI)
É o primeiro tribunal penal internacional permanente. Foi estabelecido em 2002 em Haia, cidade nos Países Baixos, onde inclusive fica a sede do Tribunal, conforme estabelece o artigo 3º do Estatuto de Roma, documento aprovado no Brasil pelo Decreto Nº 4.388 de 25 de setembro de 2002.
Os crimes incluídos nas competências jurídicas da Corte são o genocídio, os crimes de guerra e os crimes contra a humanidade, entre eles o extermínio, a escravidão, a tortura, a violência sexual, as perseguições por motivos raciais, étnicos ou religiosos, a deportação e o apartheid.
Sendo assim, por meio deste manifesto, venho solicitar a todas as nações Cristãs por intermédio das Nações Unidas, baseado na Carta Universal dos Direitos Humanos, que seja instaurado um Tribunal Internacional para identificar, julgar e condenar o responsável ou os responsáveis pelo arbitrário e brutal assassinato de Jesus Cristo, cujo nome verdadeiro era, Yehoshua, o Filho de Deus, (nascido em Belém – radicado em Nazaré, ambas cidades da Judéia, durante o reinado de Herodes Antipas, governador da Judéia na época do nascimento de Jesus, cujo pai terreno adotivo era José – (descendente do Rei Davi) – Carpinteiro em Nazaré, e sua mãe de Miriã (Miriam ou Maria – a virgem).
Jesus foi preso por soldados romanos por ordem de Caifás sumo-sacerdote do sinédrio judaico, entre os 32 e 33 anos de idade no Monte das Oliveiras em Jerusalém, sendo então, levado ao Sinédrio Judaico para ser interrogado e tendo sido considerado culpado foi levado a presença de Pilatos (governante em Jerusalém), que o reenviou a Herodes (Governador da Judéia), que por sua vez o remeteu de volta a Pilatos, que não tendo achado culpa em Jesus, transferiu a decisão para as mãos do povo judeu, que por ocasião da páscoa escolheu libertar Barrabás (um conhecido ladrão e assassino vil da época) e condenar Jesus a crucificação.
Feito isso, Pilatos lavou suas maõs do sangue de Jesus e conforme o desejo do povo judeu, mandou que açoitassem e crucificassem Jesus no Monte das Caveiras (Gólgota ou Calvário), lá mesmo em Jerusalém.
…E assim Jesus foi preso, julgado, condenado, açoitado, cuspido, humilhado, crucificado e morto.
Mas, a pergunta continua:
QUEM MATOU JESUS E QUEM É O RESPONSÁVEL PELO SEU ASSASSINATO ?

HUMILHAÇAO, VIOLENCIA, VIOLAÇAO DOS DIREITOS HUMANOS E PERSEGUIÇAO RELIGIOSA
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